São Miguel do guaporé (RO), 13 de novembro de 2019

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05/11/2019 08:49

Ismael Crispin cobra do cidadão a materialização das denúncias contra a Energisa

Na noite desta segunda-feira (04), durante audiência Pública da CPI da Energisa, no município de Vilhena, o deputado estadual Ismael Crispin (PSB) foi enfático ao afirmar que a empresa está verdadeiramente praticando um assalto a cada cidadão rondoniense, com a cobrança exorbitante na conta de energia do consumidor.
Ismael Crispin apresentou denúncia através de documentos recebidos de uma moradora de Cacoal, que comprovam a ação desrespeitosa da Energisa contra os rondonienses. A primeira conta de energia apresentada foi no valor de R$ 399, a segunda de R$ 473 e a última que vai vencer dia 07 de novembro no valor de R$ 2.673. “Como que a Energisa explica isso. Como que uma mesma casa, onde a família vive com o mesmo salário, na mesma unidade consumidora pode ter um aumento tão absurdo”, indagou.
O parlamentar disse que esse é um dos processos mais difíceis que o Poder Legislativo enfrenta. Pois tem reflexo na vida do cidadão comum até na vida do governador. Mas que, para ter um bom resultado, é preciso que o cidadão deixe de reclamar nas redes sociais e possa materializar essas denúncias. “ A CPI precisa das denúncias documentadas, judicializadas, só assim teremos mais força para agir”. Só com esses documentos vai ser possível elaborar o relatório final da CPI. 
O deputado propôs uma reunião conjunta entre todos os poderes constituídos seja realizada também pelas Assembleias Legislativas do Acre, Tocantins e Mato Grosso e Mato do Sul, como forma de mostrar a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que os Estados estão unidos para defender o cidadão contra as ações, descaso e desmandos da Energisa.
Segundo Crispin a parte mais importante desse trabalho in loco dos parlamentares, é ouvir os moradores dos quatro cantos, dar vez a cada cidadão e assim, constituir o máximo de material possível para subsidiar para a elaboração do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito.

 

 

 

Texto: Eláine Maia-Decom-ALE/RO


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